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Na semana passada, acompanhei pelos noticiários o drama do brasileiro Dagnaldo Pinheiro, preso no Egito por portar Bíblias e folhetos cristãos, sendo acusado de fazer proselitismo religioso, o que é considerado crime naquele país.
A última pesquisa para a presidência divulgada pela Datafolha confirmou um prognóstico que tenho feito aqui desde que o nome de Dilma Rousseff foi lançado pelo PT.
Esta terça-feira abre a temporada de propaganda gratuita pelas emissoras de rádio e tv e inaugura uma nova etapa na campanha política.
Como muitos brasileiros, acompanhei o primeiro debate entre os presidenciáveis transmitido pela TV.
Neste domingo, o Sistema Fonte TV trouxe o primeiro debate entre os candidatos ao cargo de governador em Goiás.
Não é coisa de filme, nem um problema restrito aos morros cariocas. Chegou até aqui, vivemos dias de criminalidade intensa, de hostilidade e medo.
A história política de Goiás vive a expectativa de mais um capítulo surpreendente. A escolha do governador, deputados federais e estaduais e senadores que representarão nosso povo em Brasília é um momento por si só importante, mas neste ano, as articulações e os bastidores têm tornado o ato muito mais atraente para quem gosta do assunto.
Com o avançar da discussão em torno de quem serão os candidatos aos cargos majoritários em todo o país, o eleitorado vem tendo a chance de conhecer melhor suas opções.
Na semana que se passou os olhos do Brasil se voltaram para o Rio de Janeiro.
Ao viver mais um ano eleitoral, temos a chance de participar de um momento histórico.
Neste mês, serão noticiadas celebrações em homenagem às mulheres e preciso concordar com o que ouvi em um discurso: toda homenagem é pequena para seres humanos que sintetizam força e amor, paixão pela vida e sensibilidade para com os que estão à sua volta.
Estou em viagem pelos EUA, visitando as igrejas Fonte da Vida nesse país e gravando programas que são exibidos nas emissoras locais.
Na última semana, a notícia de que o Ministério Público de Goiás poderia pedir o descredenciamento do hospital Araújo Jorge do Sistema Único de Saúde foi uma informação difícil de ser digerida,
Quando o presidente Lula assumiu seu primeiro mandato, a atmosfera era de esperança por 60% da população e de muita desconfiança de boa parte do resto do país.
Existe nos EUA uma exigência cultural para que o candidato, a seja qual for o cargo, pronuncie-se sobre seus princípios morais e religiosos.
Como adiantei no artigo da última semana, sigo em viagem pelos EUA, onde visito várias igrejas e revejo amigos.
Não existe nada mais instável que a política. Uma fala, uma precipitação, uma pisada em falso, o mais simples dos equívocos basta para desviar a simpatia popular de um governo.
Fatos novos na corrida presidencial exigem tempo para receberem uma análise adequada. Posições assumidas logo que algo novo surge, sempre pedirão revisões.
Lembro de uma época em que as pessoas defendiam a honra. A palavra tinha peso de ouro e dever era dever.
Minha geração aprendeu na escola que o Brasil era um país jovem, formado por jovens.
A sabedoria popular sempre desconfiou daqueles que chegam ao poder e esquecem do passado, das origens, dos princípios afirmados antes. E a opinião pública já estabeleceu que isso é mais comum do que deveria.