A MANIFESTAÇÃO DA PRESENÇA DE DEUS - PARTE II - Fonte da Vida

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A MANIFESTAÇÃO DA PRESENÇA DE DEUS – PARTE II

Em 1900, no movimento pentecostal, na Califórnia, na Rua Azusa, o Espírito desceu, oraram e falaram em línguas, profetizaram e o momento pentecostal tomou toda a humanidade, e na nossa geração, o momento apostólico está vindo sobre a igreja para restaurar os seus valores, a ação profética da igreja, os valores espirituais e morais que Deus quer que estejam presentes na igreja, não de uma maneira legalista, mas de uma maneira de vida, alegre, espontânea e que há restauração.

Apóstolo João faz, com muita propriedade, uma comparação entre as duas experiências da manifestação da presença de Deus no evangelho do apóstolo João capítulo 1 verso 17 e 18:

Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo. Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.”

Toda a manifestação no Monte Sinai foi dada por intermédio de Moisés, ele experimentou tanta glória e um relacionamento tão íntimo com Deus, que apesar de viver antes desse período da graça, ele pôde recebe-la, porque o sangue de Jesus tem efeito não só no futuro, mas também no passado. A palavra diz que no momento em que Moisés passava por pressões, conduzindo aquele povo no deserto com tanta dificuldade, buscava a Deus, insaciavelmente.

Êxodo 32 e 33, mostra que Moisés tinha uma tenda e a armava fora do arraial, e de tempos em tempos, ele saia àquela tenda e quando chegava a ela, a nuvem de Glória descia e Deus se manifestava e falava com ele. Independente da pressão e do temor, ele era impactado com o desejo de conhecer a Deus e ver a glória do Senhor. Essa foi a experiência do Monte Sinai, mas no Monte Sião é possível se aproximar da glória e da presença de Deus, e com intrepidez, fruto do poder do sangue de Jesus, caminhar nesse caminho novo, diz a palavra em Hebreus 10:19-20:

Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne,”

No Monte Sião, que tem mais glória, mais unção, mais vida e mais poder do que o Monte Sinai, pode-se entrar com intrepidez. Precisamos dela para chegar no culto, no ambiente do louvor e colocar nele a mente, o espírito e o coração, falando: Eu preciso encontrar com Deus, receber o toque do Espírito e me aproximar de dEle, pelo sangue de Jesus! Jesus mostra que este é o caminho e diz para guardar firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel. E é possível, em Hebreus 10:22, ver um exemplo de como exercer essa intrepidez:

“aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura.”

A congregação é o Monte Sião, é a revelação, o poder, a graça e é o fluir do Espírito, enquanto se está nela Deus está purificando, fortalecendo, curando, chamado a sua família, os anjos de Deus estão trabalhando e a glória de Deus está se manifestando. Conforme se lê em Hebreus 10:24-25:

“Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima”

Bispo Paulo Sérgio

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